Planejar... Replanejar... Refletir!
Parcialmente Nublado
“Parcialmente Nublado” eu considero uma
excelente animação da Disney/Pixar 2009.
“Podemos fazer uma analogia com a nossa
realidade, com o nosso dia a dia em sala de aula. Convivemos com uma
diversidade enorme de alunos e mesmo com todos os desafios que enfrentamos,
nunca desistimos dos nossos objetivos. Sempre estamos revendo nossa prática
pedagógica, planejando, replanejando, refletindo! Buscando aprimorar
metodologias e estratégias para melhorar nossas aulas. Buscando atender as
necessidades de aprendizagem de “cada aluno” e oferecer um ensino de qualidade
para “todos” os nossos alunos”.
“Todo planejamento refere-se a um
projeto, sem o qual não passa de burocracia sem valor. Planejar significa
organizar as ações de modo racional. Não basta ter metas valiosas, é preciso
planejar o que deve ser feito. Não se pode fazer tudo ao mesmo tempo, há que se
estabelecerem prioridades, criar uma sequência de ações, determinar a ordem de
marcha, avaliar os resultados em cada etapa”. (Prof. Dr. Nílson José
Machado)
“Planejar é construir um mapa do que
deve ser realizado, distinguindo-se o que é relevante do que é irrelevante,
senão em função do projeto que se tem, o planejamento sempre pressupõe uma
explicitação dos valores envolvidos”. (Prof. Dr. Nílson José Machado)
“É fundamental ao planejar, a escolha
de uma escala adequada para o mapeamento dos diversos temas. Um mesmo objetivo
pode ser atingido em diversos níveis de profundidade, com a mesma seriedade. A
escala determina um “esquecimento coerente” e a competência em escolhê-la é a
característica mais importante de um bom cartógrafo/planejador”.(Prof.
Dr. Nílson José Machado)
“Um currículo é como um mapa que
representa o inesgotável território do conhecimento, recobrindo-o por meio de
disciplinas”. Cada disciplina, por sua vez, é como um mapa de uma região, sendo
elaborado a partir de determinada perspectiva, em decorrência do projeto
educacional que se busca realizar. Um mapa não pode ter tudo o que existe no
território mapeado: para construí-lo, é fundamental tomar decisões,
estabelecendo o que é e o que não é relevante, levando em conta os objetivos
perseguidos, mas, acima de tudo, priorizando o que se julga mais valioso, o que
é mais relevante: todo mapa é um mapa de relevâncias. (Currículo de Matemática
do Estado de São Paulo, 2012, p.48)
“Ensinar não é apenas transferir
conhecimento, mas criar possibilidades para a sua produção ou a sua construção”.
(Paulo Freire)
“A identidade dos alunos é construída
quando se percebem sujeitos de uma escola onde todos os segmentos estão
articulados com a finalidade de planejar um ensino que garanta a eles, além da
formação para autonomia, um projeto de vida plena, alicerçado em conhecimentos,
valores e atitudes que os identifiquem como alguém competente na construção da
própria história”. (SEE/CENP, Planejamento Escolar 2010, A Escola e o
Planejamento, p.5).
“Ao elaborar o planejamento observem
também que é esperado que a educação, de fato, contribua para desenvolver nos
alunos os valores essenciais ao convívio humano e, ao mesmo tempo, proporcionar
oportunidades que permitam a inclusão de todas as crianças e jovens no mundo da
cultura, da ciência, da arte e do trabalho. Dessa forma, um esforço deve ser
feito no sentido de que, ao desenvolver as atividades programadas no Currículo,
o façam de forma que haja uma ligação com a vivência dos educandos, oferecendo-lhes
condições para o desenvolvimento da autoestima, da autoconfiança e de um bom
autoconceito, elementos indispensáveis para que se construam suas identidades,
situem-se na realidade e, sobretudo, elaborem e realizem com determinação seus
projetos de vida”. (SEE/CGEB/CEFAF, Planejamento Escolar 2012, p.17)
“As escolas devem ser lugares de
formação, de inovação, de experiência e de desenvolvimento profissional, como
também lugares de pesquisa e de reflexão crítica. ” (Maurice Tardif)
“Para isso existem as escolas: Não para
ensinar as respostas, mas para ensinar as perguntas. As respostas nos permitem
andar sobre a terra firme. Mas somente as perguntas nos permitem entrar pelo
mar desconhecido. ” (Rubem Alves)
“A principal meta da Educação é criar
homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não somente repetir o que
outras gerações já fizeram. Homens que sejam criadores, inventores,
descobridores. A segunda meta é formar mentes que estejam em condições de
criticar, verificar e não aceitar tudo o que a elas se propõe. ” (Jean Piaget)
“A certeza sempre me pareceu ignorância”.
Só os incultos têm tanta certeza. Ou melhor, os semicultos. Exatamente. Aqueles
que sabem muito pouco e, do pouco que sabem, julgam que sabem muito. Saber muito
é outra coisa. É saber que não se sabe. Humildade. (Gabriel Chalita)
DAS UTOPIAS
“Se as coisas são inatingíveis”... ora!
Não é motivo para não as querer...
Que tristes os caminhos se não fora
A mágica presença das estrelas!
(Mário Quintana)
Sobre o Ensino da Matemática
Matemática de qualidade para todos os
alunos
Todos os alunos, independentemente das
suas opções quanto ao prosseguimento de estudos, têm direito, ao longo da
escolaridade, a uma educação matemática de qualidade que lhes permita:
- Adquirir uma compreensão progressiva
da natureza da matemática, dos seus processos e características como ciência, e
apreciar a sua beleza;
- Compreender e apreciar o poder das
aplicações da matemática, da sua relevância na sociedade contemporânea e do seu
papel histórico no progresso da civilização;
- Desenvolver, na medida das suas
necessidades e interesses, capacidades matemáticas para a vida cotidiana, para
o exercício de uma cidadania plena e para prosseguir estudos superiores, em
particular para adquirir uma formação profissional.
Fonte
Livro: “A Matemática na Formação
Inicial de Professores” (Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação)
Autores: Carlos Albuquerque, Eduardo
Veloso, Isabel Rocha, Leonor Santos, Lurdes Serrazina e Suzana Nápoles.
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